terça-feira, 13 de maio de 2014

Biblioteca. Em comemoração ao dia do bibliotecário.

Hoje tenho a enorme satisfação de apresentar o meu grande amigo, Dr. Rodolfo Coelho Prates. A formação acadêmica do Rodolfo é da USP, da graduação ao doutorado. É professor, na pós-graduação, da Universidade Positivo. E eu tenho o privilégio de tê-lo como colega e, acima de tudo, como amigo. O tema deste seu poema não poderia ser melhor, sobre a biblioteca, a morada do saber. Ele explica a origem do poema. Como poesia não se interpreta, se sente, eis o poema.

Em março, a pedido de uma amiga, escrevi um pequeno texto em comemoração ao dia do bibliotecário.

Tome um lápis, um papel
E escreva-me uma poesia.
É pouco papel?
Eu tenho mais, tenho muito mais.
Utilize todos, frente e verso.
Pense e divague no que escreve
Mas escreva aquilo que vier.
Um sonho, uma frustração, uma raiva
Uma história de amor, uma ficção,
Faça um esboço da paisagem
Não qualquer paisagem, 
mas aquela do seu coração.
Escreva a sua vida, a sua morte 
A sua liberdade e a sua prisão.
Escreva um tratado para o mundo, 
leis para a sociedade e equações para a física
Não jogue nada, guarde tudo, junte tudo.
Cole uma folha nas outras, faça um livro
Convença outros a realizar o mesmo.
Invoque o passado e acorde o futuro
a seguir seus passos.
Junte os livros, muitos livros, 
Coloque todos num lugar especial do céu.
E batize esse lugar de Biblioteca!!! (





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