quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Luís Fernando Veríssimo. Seus livros favoritos.

Um dos meus grandes objetivos nesse momento da minha vida e contribuir para que as pessoas leiam. Sei o que significa a leitura na formação de uma pessoa. Não seu qual é a melhor forma para alcançar esse objetivo, mas sempre fui suscetível a indicações de leituras. Nesse sentido apresento os dez livros indicados por Luís Fernando Veríssimo, como sendo os seus preferidos. Creio que essa indicação aconteceu numa das feiras literárias de Paraty. São eles:

Tarzan dos Macacos - Edgar  Rice Bourroughs.
O Grande Gatsby - Francis Scott Fitzgerald.
O Tempo e o Vento - Érico Veríssimo.
Lolita - Vladimir Nobokov.
USA - John dos Passos.
O Encontro Marcado - Fernando Sabino.
Ulisses - James Joyce.
Put out More Flags - Evely Waugh.
Suave é a Noite - F. Scott Fitzgerald.
Fim de Caso - Graham Greene.

Nota-se uma preferência por Fitzgerald, que comparece com duas indicações. Romances densos que expõem o sofrimento humano. Muita psicanálise. Espetaculares. O pai também foi contemplado, mas na minha opinião, não por ser uma concessão ao pai, mas por mérito mesmo. Foi uma das maiores aventuras humanas que eu li em minha vida. Note-se que são os sete volumes. Com relação a Érico veríssimo ficou muito popularizado, a primeira parte , ou seja, O Continente, onde aparecem seus personagens mais populares.
Luiz Fernando Veríssimo, imortal.

Com Fernando Sabino eu tive uma agradável surpresa. Esse livro já possui 92 edições e não é uma indicação isolada de Veríssimo. Ele estaria na lista de muitos outros também. O livro é um verdadeiro monumento à formação humana. O Ulisses de Joyce, não é uma aventura fácil. Só me atrevi a lê-lo num grupo de leitura, junto com o professor Galindo. Lolita talvez seja a indicação de menor unanimidade entre os dez. Os outros nem sequer conheço. Procurei comprá-los e ler mas não são nem sequer fáceis de serem encontrados.
Uma indicação do Luís Fernando Veríssimo nunca será uma indicação qualquer. Andar por onde ele andou, sempre será uma boa. Poder dizer que se tem algo em comum, nem que seja a leitura de um livro, isso já é algo mais do que maravilhoso.


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